Primeiro dia de entrevista


Este é o diário de bordo de Luani Schimith ex – educanda da oficina de jornal do Projeto Com Com

Luani, Alexandre, Miriam

Luani, Alexandre e Miriam

Após o término das oficinas do Projeto Com Com (Projeto de Comunicação Comunitária) que tem como objetivo divulgar para o bairro noticias que aqui acontecem,na oficina do segundo semestre de 2013, eu Luani junto com Mirian e Alexandre que terminaram a oficina de vídeo, gravamos para o programa Comunidade em ação uma matéria que será exibida na segunda semana de dezembro na TV Pollo e na TV Brasil.

Foi uma ótima oportunidade de colocarmos em prática tudo aquilo que aprendemos em sala, e lá encontramos várias pessoas, todas dispostas a falar sobre sua situação esobre os problemas do bairro, porém a timidez muitas vezes os impediam de o fazer em frente as câmeras. Percebemos que para quem quer trabalhar com reportagem, precisa ter paciência para não retornar sem a matéria. Foi precisoter jogo de cintura, até porque,seria uma chance dos moradores dizerem o que pensam e reivindicarem seus direitos dentro do bairro em que moram.

Na nossa pauta,decidimos falar com os moradores a respeito da situação do pós-ocupação, dos ex-moradores dos bairros Cotas, que estão morando atualmente no Bolsão 9. Eles reclamam o fato de não terem um supermercado no bairro e sobre o serviço de correspondência que ainda não funciona.

Ao chegarmos no Bairro,gravamos a primeira parte da abertura do programa. Para isso, precisávamos de texto de abertura não havíamos pensado antes. Contamos com a criatividade da Mirian que se saiu muito bem, fazendo a apresentação da matéria com desenvoltura e naturalidade. E como cinegrafista, contamos com o Alexandre na gravação das entrevistas. Pronto!

IMG_5408

Miriam

Alexandre

Alexandre

Agora, era o momento de procurar quem aceitaria falar conosco. Mais a frente, encontramos um senhor que conversou sobre alguns problemas e atésugeriu as soluções, mas na hora em que o chamamos para falar em frente ascâmeras, ele logo disse que estava ocupado e que não poderia dar entrevista. Percebemos logo que se tratava de vergonha.

Andando um pouco mais, encontramos a senhora Marta Rodrigues Marinho que no começo ficou tímida em frente as câmeras mas logopassou a responder todas as pergunta,falar sobre as suas impressões do bairro e sua satisfação de morar ali. Uma entrevista já estava pronta, mas ainda precisávamos encontrar mais pessoas que estivessem dispostas a nos dar entrevista. Sem muito esforço encontramos o Alan Cleiton Paulino da Silva que nos disse que o bairro étranquilo e que são poucos os problemas que acontecem,porém esses poucos problemas trazem dificuldades.

A matéria estava seguindo bem, Dona Maria Fatima de Souza Santos nos disse sobre a falta de correspondência que prejudica até mesmo as prestações da casa.

Estávamos finalizando a matéria e faltava apenas encontrar alguma mãe com criança que podia nos dar informações sobre creche e escola. Falamos com várias mães, mas nenhuma quis falar em frente as câmeras.Continuamos andando e encontramos Charles Lima Santos, que nos falou sobre as facilidades de acesso por ser um cadeirante. As ruassão planas, o que facilitou muito mais do que quando morava na Cota 400.

Não tivemos uma entrevista que falasse sobre as escolas e creches, porém tivemos a entrevista de um cadeirante que era algo que não havíamos pensando antes. Essas foram as situações que passamos nesse dia.

(Ainda falta falarmos com autoridades a respeito do problema dos moradores)

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: